BUILDING BRANDS, DELIVERING VALUE

B3

2017

  • Brand Strategy
  • Brand Implementation
  • Naming
  • Logo Design & Visual Identity
  • Brand Language
  • Brand Launch
  • Advertising & Media

A Bolsa de Valores no Brasil

Quando falamos em bolsa de valores, pensamos em instituições fortes e tradicionais. No Brasil não é diferente. Centenária, a bolsa de valores surgiu como Bolsa Livre de São Paulo, passou por diversas nomenclaturas e em 1967 passou a se chamar de Bovespa, nome que se tornaria internacionalmente conhecido, e que passou a ser sinônimo de Bolsa de Valores no Brasil, ainda que tivessem outras.

Há poucos anos atrás a Bovespa passou a operar como único Bolsa do Brasil, ao adquirir a BM&F, Bolsa da cidade do Rio de Janeiro.

A fusão resultou na criação da BM&FBOVESPA.

O desafio do novo nome

Em 2016, a BM&FBOVESPA deu um grande passo no processo de consolidação, decidindo se fundir com a CETIP. Uma fusão de caráter mundial. A gigante da bolsa de valores combinada com sua grande rival, a maior controladora do mercado de capitais do país, conhecidos como mercado balcão.

E novamente o desafio de uma marca resultante da fusão: uma das duas marcas atauais? As duas juntas? Ou uma terceira?

Se avaliarmos o hitórico das fusões, a solução apontava para a criação da BM&FBOVESPA/CETIP. 

Simplificamos para potencializar

A questão é que, com a combinação desses dois negócios gigantes, havia o receio de monopólio por parte do mercado.

Portanto era imprescindível mostrar que essa combinação poderia gerar algo de mais valor para todos: colaboradores, clientes, país. Preciseavamos um sinal claro de que a mudança era positiva e colocaria o país em um novo patamar.

Desenvolvemos um conceito poderoso, de que o maior valor desta companhia ou deste negócio é potencializar o mercado.

BM&FBOVESPA/CETIP seria um nome complexo, e a nova marca potencializava o Brasil. Mas para potencializar era preciso simplificar.

Optamos por representar os segmentos de Bolsa e Balcão, mas também o mercado de atuação: o Brasil.

O resultado se deu através de uma síntese que traduz tudo. Uma única letra, que naturalmente seria a letra B.

Síntese que, associada ao conceito de potência, gerou uma equação. O resultado? A nova marca.

[ (Brasil) (Bolsa) (Balcão) ] = [B]3

 

Somos Brasil, somos bolsa, somos balcão.

Somos B3. Toda a potência do mercado.

 

A cor, antes azul e verde, passou a ser apenas azul. Um azul mais vibrante e aberto, capaz de representar esse novo momento. É Brasil. É mundo.

Para o mercado, a fusão e a nova marca eram sigilo absoluto. Estávamos lidando com a Bolsa de valores de um país e todo um mercado de capitais. O vazamento de qualquer informação poderia trazer sérias implicações econômicas.

A partir do anúncio oficial do CAD, órgão regulador da operação, tudo deveria acontecer rapidamente. E assim foi. Literalmente da noite pro dia. Em 30/03/2017, o Brasil acordou B3, uma empresa com infraestrutura de classe mundial.

Fazer uma virada de marca da noite para o dia não é uma tarefa fácil. Mas o mercado nunca para, e nós também não.

Uma operação gigantesca que envolveu dezenas de pessoas. Todos alinhados, a postos para uma operação rápida e precisa.

 

Em 24 horas, 3 eventos de lançamento, para colaboradores, clientes e imprensa, anunciava:

BM&FBOVESPA e CETIP. JUNTOS AGORA SOMOS B3.

Somos toda a potência do mercado.